O Marketing da insanidade é um documentário sobre a indústria de drogas psiquiátricas. Uma parceria altamente rentável entre a psiquiatria e as companhias farmacêuticas que lucra 80 bilhões de dólares com psicofármacos.
Este documentário expõe a verdade por trás das tramas e esquemas de marketing e da farsa científica e suas campanhas perigosas e mortais que não tomamos ciência.
Neste filme você vai descobrir que muitos dos efeitos colaterais dos medicamentos podem realmente fazer a sua “doença mental” piorar. Alguns medicamentos psicotrópicos receitados à crianças são mais viciantes do que cocaína.
A industria farmacêutica cria consumidores
Diagnósticos psiquiátricos parecem ser baseados em ciência duvidosa. Dos 297 transtornos mentais contidos com o Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais, nenhum pode ser objetivamente medido por testes patológicos. Sintomas da doenças mentais no âmbito desse Manual são arbitrariamente atribuídos por um sistema de votação subjetiva por uma comissão de psiquiatrias. Estima-se que 100 milhões de pessoas no mundo usam drogas psicotrópicas.
Esse documentário importantíssimo expõe a insanidade real em nosso sistema “de saúde”.
O cérebro emocional
(mamífero), é a sede de nosso humor, emoções - preocupação com nossos filhos,
família ou amigos.
O cerebelo está cobrindo o tronco cerebral e é chamado de " complexo R" (Reptiliano) onde se encontram
os comandos primitivos de sobrevivência.
•agressividade,
•territorialidade,
•hierarquias sociais,
•sistema reprodutivo,
•os nervos,
•equilíbrio,
•a digestão,
•a homeostase,
•sobrevivência e sexo.
Entender como esses 3 cérebros
trabalham será fundamental para entender os vários movimentos que estão por
vir. Estamos sendo guiados, orientados estrategicamente para o caminho do “abatedouro”,
como aconteceu em civilizações anteriores. É preciso estar ciente de “como” eles fazem isso, “a que propósito” eles intentam, e se isso
é “positivo ou negativo” para nosso desenvolvimento
como seres imortais.
Essa atual civilização está passando por momentos de grande processo de mudança em vários níveis –
social, intelectual, espiritual, astronômico, geológico, climático etc.
Essas
mudanças afetam a todo ser vivo
nesse planeta, bem como desprograma de maneira “caótica” - e muitas vezes
trágica – nosso script anterior, ou seja, como experimentávamos a nossa existência
desde então.
Serão necessárias novas
habilidades e informações que os humanos em sua maioria não estão cientes. Habilidades
essas, que modificam a visão de si, do outro, e todo seu ambiente.
Segundo as “lendas” antigas, os chineses viam o Universo como unidade
de fluxo de energia a que chamaram
de “ki”, porém, algum evento mudou a dinâmica do Universo e
os humanos passaram a manifestar dois
aspectos opostos e complementares: negativo
e positivo. A polaridade foi introduzida no programa dos humanos e eles se
perderam em desavenças, conflitos mortais, dominância para manter seu ponto de
vista e poder sobre o outro.
Os chineses chamaram a esses dois processos de yin e yang, respectivamente, e o corpo se tornou uma tela onde se projetam todas as
emoções inconscientes conflitantes.
Hoje sabemos que os humanos são vítimas de sua própria criação mental e que o cérebro pode ser programado a acreditar
somente no que for registrado no seu subconsciente (arquivos).
Somos como uma torre de transmissão humana,
transmitindo e recebendo frequências com nossos pensamentos, mas 90% da
humanidade não sabe nada sobre isso.
Precisamos entender esse mecanismo para amenizar os efeitos e consequências dessas mudanças Globais e nos
preparar para ela. Precisamos aprender a mudar a nossa frequência incoerente mudando, adaptando, resinificando nossos
pensamentos para uma meta tangível e apropriada para nossa evolução espiritual.
E é sobre essas mudanças de
programa no planeta que quero conversar com os participantes nessa palestra
em São Paulo no dia 27 (sábado) de abril de 2019 – das 8:30h
às 17h.
Local da palestra - Hotel Tryp Itaim
Rua Manoel Guedes, 320 - Itaim Bibi – primeiro andar
Catedrático emérito da Universidade Duke comandou a redação da ‘bíblia’ dos psiquiatras.
Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais.
Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos.
Em seu livro Saving Normal(inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.
Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?
Resposta.Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] 2 dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.
P.Seremos todos considerados doentes mentais?
R.Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão.
É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.
P. Com a colaboração da indústria farmacêutica...
Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de criar novas doenças
R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.
P. O que propõe para frear essa tendência?
R.Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.
P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?
R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.
P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?
R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade.O diagnóstico se multiplicou por 40.
P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam?
R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação.
P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?
R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar,a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.
P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?
R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.
P. Não vai ser fácil…
R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.
P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.
R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.
P. Em que sentido?
R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.
P. E também será preciso mudar hábitos.
R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.
Essa foi minha sugestão de mudança comportamental. Bato nessa tecla porque acredito que podemos mudar nossas vidas para melhor a partir da informação. Quanto mais informação, maior são as escolhas que podemos fazer quanto a nossa saúde e bem estar.
A ideia dos que estão por trás desse "mecanismo" de emburrecimento da massa está em enfraquecer, debilitar a sociedade frente a "futuros estresses". Quanto mais fortalecidos estivermos mentalmente, emocionalmente, muito mais forte ficaremos fisicamente...
Mas tudo isso explicarei em Abril na minha Palestra que farei em São Paulo, Capital em 2019. Vamos explorar justamente "quem são esses grupos" que desejam que fiquemos frágeis - e qual o "objetivo" por trás disso.
Em fevereiro abrirei as inscrições da Palestra e darei mais informações sobre tudo...
viveu 17 anos nos EUA, trabalhou em 3 universidades americanas, Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University. Escreveu 38 livros (15 best sellers) e publicou mais de 149 trabalhos científicos em revistas médicas americanas.
Hoje, estuda de 8 a 10 horas por dia para encontrar soluções naturais efetivas à saúde.
Ninguém melhor que ele para nos mostrar como funciona a industria da doença.
Dr. Lair Ribeiro é mineiro de Juiz de Fora, médico cardiologista e nutrólogo.
Viveu por 17 anos nos Estados Unidos e trabalhou na Harvard Medical School, na Baylor College of Medicine e na Universidade Thomas Jefferson.
Durante esse período, desenvolveu habilidades na educação, na neurolinguística e no setor empresarial. Escritor de vários Best Sellers, hoje ele se dedica a desmistificar a chamada "doença" e nos mostrar que há um engano (que se perpetua nas Universidades de Medicina) sobre como a indústria farmacêutica leva a humanidade a ficar realmente enferma...
Lair Ribeiro consta do Guiness Book por ser o único autor que, entre 1995 e 1996, teve 6 livros entre os 10 mais vendidos de um país ao mesmo tempo.
Dr. Lair Ribeiro usa a linguagem fácil - como deve ser entre os humanos - para explicar aquilo que GRUPOS controladores desejam ocultar. Ele recomenda que ao invés de remédios, use a alquimia natural dos alimentos.
Na verdade Dr. Lair Ribeiro não descobriu a roda, mas está trazendo ao povo brasileiro, sofrido e ignorante, mais informação sobre o que já se sabe lá fora, nos países de primeiro mundo, mas não chega até a manada.
Espero que você entenda que sua saúde depende unicamente de você, de sua relação com o ambiente, de sua interpretação com seus sentimentos e emoções.
Como sempre alerto por anos: A DOENÇA NÃO EXISTE!!!!
O que você está apresentando é uma declaração "concreta" de seus medos e suas incapacidades de resolver as questões da sua vida.
O que se chama "doença", nada mais é que um PROGRAMA BIOLÓGICO ESPECIAL DA NATUREZA - Uma maneira inteligente da natureza que nosso organismo usa para nos ajudar a superar nossas inseguranças e aprender com elas.
Psique-Cérebro-Órgão.
A mente inconsciente leva o problema ao cérebro (ignorante) que reflete 'simbolicamente" o tema para o corpo.
Toda essa "tradução" está nesse meu livro - para que você exerça diariamente esse aprendizado e retorne rapidamente ao equilíbrio de sua saúde.
Farei mais palestras a partir de 2018 para explicar melhor e tirar qualquer dúvida que você ainda tenha sobre como "não adoecer" - ou pelo menos - evitar de sucumbir a ideia de que irá morrer a partir de um diagnóstico médico irresponsável...
Assista a esse vídeo que é recente do Dr, Lair Ribeiro sobre tudo isso. Você precisa pesquisar, precisa buscar mais e mais informações e criar forças para resolver aquilo que você nem sabia que precisava.
Entenda que Dr. Lair não será convidado para ir no Fantástico falar sobre tudo isso! Ele pode até ser morto, por isso!
Todos os profissionais de saúde que trabalham para revelar as atrocidades da industria da doença e venda de planos de saúde não são acolhidos pela mídia, pois são financiados por grandes empresas farmacêuticas. Quem mantém as universidades de medicina são as farmacêuticas!
Essa missão de "auto ajuda" é SUA!!! A nossa é a de dar o caminho das pedras e aproveite-a bem, pois temos pouco tempo para saber muito.
Se você tem alguma dúvida sobre a recuperação de um derrame, de uma atrofia cerebral, com essa entrevista você estará seguro em seguir em frente um trabalho dedicado para retorno ao equilíbrio desejado.
Insisto em bater nessa tecla: a "cura" não existe, assim como não existe a "doença".
O que precisamos entender é a mecânica do organismo, estratégia do cérebro para salvaguardar os dados fundamentais para nossa evolução.
Cada sintoma tem uma mensagem e a partir desse entendimento, estaremos aptos a "reconectar", a resignificar, a reconstruir um novo caminho para nossos objetivos.
Espero que essa entrevista traga uma luz, um "click", um "eureka" sobre aquilo que você temia e agora se desfaz.
Acredite, você pode tudo, mas tem que querer. Se você NÃO quiser se recuperar, você também será respeitado. Seu corpo fará exatamente aquilo que você se programar a fazer.
É o título de um filme de 2016 desmascarando
o terrível encobrimento feito pelos Centros de Controle e
Prevenção de Doenças(CDC) dos Estados Unidos que revela pontualmente a relação
entre a Vacina MMR e o surgimento de crianças afetadas pelo sintoma de Autismo.
O filme mostra que o CDC tem total conhecimento
dos fatos, tanto que manipulou e
destruiu dados de um estudo importante sobre a relação de autismo e a
vacina MMR
O documentário VAXXED estava
programado para estrear em 2016 Tribeca
Film Festival, mas foiretirado cirurgicamente de cartaz.
Um resumo do filme
A premissa central do filme é que a vacina MMR = sarampo, a rubéola,
caxumba, obrigatórias no país - quando administrado a crianças com menos de 2
anos de idade - pode ser a responsável pelo desencadeamento do sintoma de autismo.
A vacina tríplice viral tem sua aplicação numa dose única, geralmente
aos 12 meses de idade, além de um reforçoentre os 4 e 6 anos. Após sua aplicação, não é incomum ocorrer desconforto
físico nas crianças.
Em 2013, o biólogo Dr. Brian Hooker recebeu um telefonema de
um cientista sênior do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que
liderou o estudo da agência de 2004, sobre a vacina contra o
sarampo-papeira-rubéola (MMR) e sua ligação com o autismo.
O cientista, o Dr.
William Thompson, confessou que o CDC tinha omitido dados cruciais no seu relatório final, que revelou uma
relação causal entre a vacina MMR e o autismo.
Ao longo de vários meses, o Dr. Hooker registra as chamadas telefônicas feitas a ele pelo Dr.
Thompson, que fornece os dados
confidenciais destruídos por seus
colegas do CDC.
Dr. Hooker pede a ajuda de Dr. Andrew Wakefield, o gastroenterologista britânico
falsamente acusado de iniciar o movimento anti-VAX quando ele relatou em 1998 que a vacina MMR pode causar autismo.
O filme é recheado de entrevistas com farmacêuticos, médicos,
políticos e pais de crianças vacinadas que revelam um engano alarmante que tem contribuído para o aumento vertiginoso de
autismo e, potencialmente, a epidemia mais catastrófica das nossas vidas.
O filme foi dirigido por Andrew Wakefield, cuja licença para praticar medicina no Reino Unido foi revogada devido a sua
investigação no caso.
Muitos pesquisadores, médicos como, por exemplo, o alemão Dr. Ryke Geerd Hamer – que hoje lidera a nova medicina germânica –
foi banido da medicina e preso com alegação de charlatanice em seu
país por descobrir que o câncer é um fungoque pode ser
facilmente tratado sem uso de quimioterapia, sem uso de medicamentos agressivos
e até mesmo cirurgias aniquiladoras.
Todo aquele que “tentar” desviar o caminho da indústria da “doença” para algo simples, prazeroso,
confortante e espiritualmente completo terá problemas nessa missão. Quem se
aventura nessa linha, deve saber no que está se metendo...
Dr. Bradstreet, teve um papel
inovador no "Frontiers in Neurology" no 02 de janeiro de 2014 onde se
identifica, pela primeira vez, o ponto no cérebro humano em que o autismo
reside.
Bradstreet estava trabalhando com uma molécula altamente controversa, que ocorre naturalmente no corpo humano que é capaz de tratar e
reverter o autismo.
Os investigadores afirmam que GcMAF (componente
Globulina de activação de macrófagos Factor) , o qual se torna a
proteína GC após combinação com a vitamina D no corpo, é eficaz para o tratamento do HIV, a diabetes e as sintomas graves no fígado e rins.
Dr. Jeffrey Bradstreet já tratou de mais de2.000 crianças autistascom GcMAF
e os resultados estão bem estabelecidos.
Em 15% GcMAF não faz diferença.
85% melhoram, mesmo que apenas um pouco,
15% têm seu autismo erradicado.
Um tribunal italiano concedeu € 178.000contra o governo a favor de uma família que a
criança contraiu o autismo pela vacina MMR com ajuda do Dr. Jeffrey.
Esse homem é um perigo. Já pensou se
isso vira moda?
Foi verificado que o autismo tende a ser causada pela MMR e
outras vacinas unindo vírus e mercúrioem crianças. A
falta de lipídios pode contribuir.
Estes vírus sabota o sistema
imunológico através do envio de nagalase para evitar a produção de GcMAF da criança, e, portanto, tornando-se
crônica.
O autismo é geralmente uma doença viral, em maior ou menor grau, com o vírus no cérebro e o estômago.
GcMAF tem três efeitos excelentes no cérebro e reconstrói o sistema imunitário, o que, em seguida, ataca os vírus que causam autismo. Melhora na criança são muitas vezes vistos tão cedo quanto 5 semanas - aproximadamente o mesmo tempo que geralmente são necessárias para erradicar permanentemente o vírus da herpes.
Crianças com autismo frequentemente têm níveis muito elevados de vitamina D3, ocasionalmente níveis tóxicos (e níveis baixos de D2), que pode ser produzida por bactérias intestinais.
Médico
assassinado por descobrir
relação entre
vacina e autismo
Quase um ano se passou desde que o Dr. Jeffrey Bradstreet,
médico de renome conhecido por seu ceticismo sobre imunizações (especialmente
a vacina MMR) foi encontrado morto, flutuando em um rio Carolina do
Norte, com um único ferimento de bala no peito, um típico suicídio assistido...
"A FDA ainda não revelou
porque seus agentes revistaram o
escritório do médico, supostamente um ex-pastor que tem sido controverso
durante mais de um década", informou Gwinnet do Daily Post.
O pior disso tudo é que os GcMAF preve que a molécula natural
tem o potencial de restaurar todo tipo de câncer. E isso os
poderosos não engolem, o cara foi longe demais.
Finalmente, novos detalhes sobre a morte de Bradstreet foram
revelados através de uma entrevista recente realizada pelo produtor
do documentário VAXXED.
Novo estudo saiu mês passado, constatando que não há nenhuma ligação entre Zika e Microcefalia.e EU disse isso no ato dos acontecimentos, mas muitos não me levaram a sério.
12.000 mulheres grávidas
infectadas com Zika vivendo na Colômbia não deram à luz a um bebê com microcefalia.
Por que será? Que elemento está faltando aí?
"Quatro casos de
microcefalia foram relatados com as mulheres que não têm sintomas Zika e não faziam parte do estudo, o que é
consistente com o número normal esperado de casos," Notícias Vida
relatórios.
Mais informações estão nestes links de meu outro BLOG
Robert De Niro tem um filho com autismo, mas foi "calado" da forma mais branda que os agentes do tempo usam = Opressão financeira. Outras modalidades de silenciar os fatos são: assassinatos, morte por "acidentes" nas mais diversas modalidades.
Lembrando que as crianças índigo são revolucionárias.
Elas estão chegando para mudar radicalmente a percepção do ambiente. As crianças que estão nascendo estão sendo "desligadas" de suas habilidades natas e de sua grande capacidade de conhecimento acumulado de experiências passadas e recentes. Um perigo para a ordem mundial.
"Eles" farão de tudo para impedir que o rebanho desperte, que um grande número de seres especiais mostrem a saída desse labirinto.
As drogas não são o que nós pensamos que elas sejam.
Há uma propaganda enganosa, uma propaganda arquitetada e bem estruturada de grupos afins para manter a mente dos queestão perdidos,presos ainda mais na sua escuridão. A simples intenção desses grupos é de não deixar que muitos encontrem a luz que os orientem em direção a sua evolução, uma luz que os oriente a sair desse poço profundo em que se enfiaram.
Trago um livro que pode ajudar muito na sua busca por uma saída.
Já se vão 100 anos desde que as drogas foram proibidas
primeiramente nos Estados Unidos.
O jornalista Johann
Hari partiu por 3 anos numa jornada épica sobre o tema - a guerra contra
as drogas - e o que ele descobriu foi o que EU também percebi durante meus mais de 50
anos de existência, que;
As pessoas fogem da responsabilidade maior de suas
vidas, o de identificar a amargura da sua existência e promover a mudança desse estado de animo em declínio, enfrentando-a, resolvendo a, mas ao contrário disso, tornam se vítimas de seus próprios pensamentos, sem a busca de informação que as
ajude a sair do buraco em que se enfiaram.
As pessoas se limitam a aceitar que é muito difícil sair do "vício", que é uma "doença", que não há mais o que fazer e simplesmente se entregam, atendendo a um programa incutido nas mentes que ignoram os fatos.
Essa roda insana é promovida por grupos que usam dessa ignorância sobre nós mesmos para lucrar,dominar e colonizar as mentes perdidas.
O vício é uma roda, um ritual.
Em seu best-seller, Perseguindo o grito, Hari
revela suas descobertas através das histórias de pessoas em todo o
mundo, cujas vidas foram transformadas. Elas variam de um traficante de
crack transexual no Brooklyn em busca de sua mãe, a um jovem adolescente no
México à procura de uma saída.
Este livro vai desafiar e mudar a forma como você pensa sobre
uma das mais controversas questões do nosso tempo - já que não temos suporte intelectual para enfrentá-la.
A droga tem muitos nomes, mas a necessidade de consumi-la,
de se agarrar a ela como um ansiolítico qualquer, tem um só gatilho = SOLIDÃO, ausência
de comunicação, dificuldade de relacionamento, inflexibilidade para aceitar
mudanças, inflexibilidade para seguir em frente com novas perspectivas.
A DROGA queacusamser a culpada do declínio humano, na verdadetem muitas faces, muitas máscaras que encobrem a realidade dos fatos e que as
pessoas não desejam remove-las, pois
o que está por trás dela dói demais, por isso o uso da droga para aliviar essa
tensão.
A MASCARA da DROGAtem muitos nomes –
cartão de crédito sempre estourado, gula (obesidade), apostas em jogos de azar,
fumo, cervejas, vinhos, Red Bull, Facebook, WhatsApp, Twitter, Instagram, Vídeo Games, celular,
computador, sexo etc...
Morte por overdose nos Estados Unidos atingiu número recorde
em 2014.
Mais pessoas morreram de overdose de drogas em 2014 do que em qualquer ano da história.
A
maioria das mortes por overdose de droga - mais de 6 em cada 10 - envolvem um opióide. Isto inclui os analgésicos que quase quadruplicaram. Os opiáceos são
substâncias derivadas do ópio - grupo de fármacos que atuam nos receptores
opioides neuronais, produzindo ações de insensibilidade à dor (analgesia) e são usados principalmente
na terapia da dor crônica e da dor aguda de alta intensidade.
De 2000 a 2014quase meio milhões
de pessoas morreram de overdose de drogas e 78 americanos morrem todos os dias de overdose de opiáceos.
Drogas também perigosíssimas que matam mais que gripe H1N1:
O uso constante dessas
drogas pode causar tonturas, incoordenação motora e alterações psiquiátricas, tais como agitação psicomotora, quadros
de euforia e irritação, podendo
haver sintomas confusionais. Andar cambaleante, fadiga, Insuficiência respiratória, fala pastosa, déficit de atenção, humor depressivo
/eufórico, psicose aguda, anorexia etc
A piora da concentração, a lentidão do raciocínio e a confusão
mental deixam as pessoas expostas a graves acidentes. A memória fica
prejudicada com consumo de calmantes por
muitos anos, mas issovocê não quer saber...
laura botelho
Este vídeo foi adaptado do best-seller de Johan Hari 'Chasing The Scream: The First and Last Days of the War on Drugs.'
laura botelho é escritora, Master em Neurolinguística. Health Coach - Conselheira de bem estar e saúde - baseia seus estudos na Nova Medicina Germânica
Pesquisadora
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-
"*A cura Reconectiva, não é cura pelo toque terapêutico ou toque para a
saúde. Não é Reiki, Johrei ou JIn Shin. Não é Qi Gong ou Mikado. Não é uma
técnica...
Espiral do Silencio e o efeito manada
-
“*Quando todos pensam igual, *
*é porque ninguém está pensando*”
Walt Lippman
*Espiral do silêncio *
é uma teoria de *1977 *proposta pela Cientista Polít...